"Via TAU" - foi um caminho místico que iniciou em Outubro de 2012 para Limpar, Reativar, Reconectar e Ativar os nódulos magnéticos da rede planetária, e seus lugares de poder na Terra. A primeira etapa teve o início na Catedral de Notre Dame - Paris em 21 de Outubro de 2012 e finalizou dentro do Lago Titicaca - Bolivia e 21-12-2012. Passamos por 80 lugares a serviço da Confederação Galáctica.
sábado, 13 de setembro de 2014
domingo, 23 de março de 2014
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
21-12-2012 - Relato da Entrega das Pedras ao Lago Titicaca Término da Via TAU
Saímos de Copacabana, a cidade Boliviana a beira
do Lago Titicaca, em uma barca turística as 9 horas da manhã. Depois de duas horas
de travessia, desembarcamos na parte norte da Ilha do Sol.
Havia uma celebração em uma praia da Ilha do Sol para
a chegada do solstício de verão, junto com o alinhamento planetário. A ilha
estava lotada de gringos, pessoas de todo o mundo, e por isso, o presidente do
Peru veio nesta praia para saldar os visitantes. O exercito estava organizando
os acampamentos e mantendo a ordem da multidão. Todos os nativos estavam nesta parte da ilha, por isso, na
parte norte da ilha do sol, onde estávamos, estava muito calmo, não havia quase gente, e não
havia barcas também. Todos os barqueiros
estavam direcionados para fazer a travessia destes turistas para esta grande
festa que começou no dia 20-12-2012.
Quando percebi que não havia opção para ir ao
centro do lago para entregar as pedras, falei com o barqueiro que nos trouxe. A
barca era grande, imaginei que iria me cobrar caro. Depois de muita conversa e de procurar alguém
com um valor mais justo, não tive opção, aceitei o valor que ele cobrou.
No caminho, o barqueiro apontou
para uma pequena ilha linda que ficava atras da Ilha do Sol. Ele atracou a barca nas pedras para sairmos do barco. Caminhamos para o outro lado da Ilha.
Estava muito emocionada, precisava fazer o filme
para registrar esse momento, mas não sabia o que dizer. Falei o que vinha a
cabeça, mas o sentimento era muito maior do que as palavras.
Na minha mente
passavam todas as cenas que vivemos nestes dois meses, desde quando cheguei no
Porto e encontrei meu primo, depois ao encontro de Lola que me levou ate
Antonio, e quando encontrei Acacio no albergue do Brasil com Itabira. Depois emocionada quando
cheguei a Viloria e vi Orietta.
Lembrei dos meses de planejamento, com Acacio e
Orietta, a organização logística do roteiro e tudo que foi preciso para inciar
a Via TAU.
E naquele momento, finalizando no Lago Titicaca.
Do Brasil, a França,
Espanha, Portugal , Peru a Bolívia.
Em 12 de Outubro sai do Brasil - inicio da
Via TAU, e em 21 de Dezembro, depois de 69 dias concluo a Via Tau.
Passamos por 74 lugares, fazendo limpeza, ativação
ou reconexão. Nas montanhas sagradas, fazíamos a expansão da energia, destes
lugares sagrados, para todo o planeta.
Tudo foi orientado e direcionado pelos
Seres de Órion, pela Confederação Galáctica, Comando Ashatar Sheran, Seres intra
e extra- terrenos, os Mestres Ascensionados e outros Seres e Divindades que
fazem parte deste grande Plano Divino Universal.
Estávamos entregues, servindo como canais, apenas constatando tudo que
estávamos vendo e sentindo.
Em cada lugar que passávamos, um novo entendimento
das historias, uma compreensão mais profunda dos acontecimentos e do comportamento
humano de cada época.
Tudo ficava mais claro a cada dia que passávamos de um
lugar para o outro.
Os sinais estavam sempre nos indicando para onde ir e como
ir. Quando tínhamos duvidas, por causa das dificuldades climáticas,
ELEs nos confortavam e diziam que estava tudo bem. Não precisávamos nos
preocupar, e assim seguíamos em frente com muita confiança.
Sempre tínhamos a resposta, tudo estava ali
pronto, as chuvas paravam, o vento acalmava, o céu abria. Sempre recebíamos a
confirmação, que estávamos na direção certa, e quando concluíamos a tarefa, um
arco-iris, ou uma nave apareciam a nossa frente. O sol brilhava prateado quando precisávamos de mais luz. Sempre
aparecia alguém amigável para nos orientar quando estávamos perdidos.
Vivemos
momentos mágicos, emoções fortes, sentimentos novos.
Estávamos removendo as formas pensamentos das
Catedrais, Igrejas, e Monumentos, mas principalmente as nossas próprias formas
pensamentos. A nossa energia era utilizada para todo o processo, por isso,
nossos corpos energéticos precisavam estar limpos e com frequências mais
elevadas. Bebíamos água com limão todo o dia, e cuidávamos muito da alimentação.
Também fazíamos uma limpeza física com as caminhadas longas, subidas
em montanhas ou escadarias com as mochilas pesadas. ELES arranjavam sempre meios para fazermos esses exercícios físicos. Diziam que era
necessário para o nosso corpo físico absorver melhor a frequência que estávamos
recebendo todo o tempo.
Sensações físicas, liberações emocionais e mentais,
mudanças repentinas de humor e de comportamento, tudo era percebido e vivido
intensamente por todos que participavam fisicamente da Via Tau. Procurávamos
ficar conscientes deste processo, buscávamos logo o entendimento, e o
equilíbrio com diversão, risos e a alegria de estar nesta linda missão.
Quando
nos esquecíamos, algum sinal nos trazia novamente a frequência mais elevada, ou
eram as crianças que passavam no nosso caminho, animais, ou uma situação
engraçada, ou mesmo um céu magico que nos deslumbrava.
Durante a entrega das pedras no lago Titicaca, tudo
passava na minha cabeça, todos os momentos de duvidas, e entrega, de alegria, de
plenitude, de amor, de serviço de emoções.
Lembrei de todas as pessoas que participaram
diretamente ou indiretamente em todo o percurso.
Via um
filme em minha mente, de todos os lugares que passamos e de todo o processo que
vivíamos. As dificuldades as duvidas, os encontros e desencontros. Sentia muita alegria e gratidão de estar cumprindo essa missão.
As 12:00
comecei a entregar as pedras ao Lago Titicaca, e as 12:17 terminamos.
Pedra por
pedra, que representavam estas Igrejas e construções, onde as formas pensamentos de dor, culpa e
medo estavam impregnadas nas paredes, alimentadas pela energia de controle nas mentes da humanidade e nos nossos registros akashicos.
Tudo foi jogando ao Lago Titicaca para ser recebido e transmutado pelos Seres Angélicos e Seres Divinos, responsáveis pela abertura do Portal de Luz do Templo da Grande Mãe.
O que ELES disseram é que: " - A Consciência Amorosa Divina Feminina vai transmutar toda a dor, e a humanidade vai se esquecer do passado e vibrar na Consciência do Amor Incondicional."
No fim, também joguei no lago as minhas pedras
pessoais que utilizei durante o trabalho: o bastão de turmalina negra que se
partiu na catedral de Lugo, e o meu cristal mestre de proteção, que partiu
dentro da Catedral de Santiago de Compostela.
Luciene
filmava tudo enquanto eu relatava da
onde era cada pedra. Minha amiga agiu todo o tempo como uma verdadeira guardiã,
sempre observando meus movimentos e respeitando, mesmo sem compreender muito.
Pois recebeu o chamado para ir comigo nesta última etapa da Via Tau, mas não
acompanhou o trabalho de re-conexão, limpeza e ativação das Catedrais da
Europa. Percebi que ficou um pouco no ar, mas sempre cuidava energeticamente de
ancorar a energia ou proteger, como quando precisou ficar vigiando para que o
barqueiro não fugisse ou revirasse
nossas mochilas que deixamos displicentemente dentro do barco.
Terminando a entrega das pedras ao lago, voltamos
para o barco e meditamos enquanto o barqueiro nos levava de volta a ilha do sol.
Luciene quebrou o silencio depois de minutos, emocionada agradeceu por estar
ali. Senti que realmente teria que ser ela a finalizar aquele
trabalho comigo. Foi incrível, mesmo com
pouca afinidade e intimidade, sentíamos que estávamos juntas por algum motivo
maior, e sentimos muita gratidão uma pela outra.
Voltamos para casa no dia 24 de Dezembro para
passar o Natal com nossos familiares. Havíamos combinado de passar o natal em
Cuzco, para uma grande festa na rua, mas eu estava muito cansada, e para mim
chegou a hora de voltar para casa. Luciene respeitou e acatou meu desejo.
E
assim dia 24 de Dezembro, passei o Natal em casa com meu filho, sentindo a
plenitude e a gratidão por ter participado desta missão, junto com meu irmão Acacio e minha cunhada Orietta, e muitos outros, e de ter cumprido e terminado percurso da Via TAU.
sábado, 27 de julho de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Via TAU - França
1ª Reconexão - Catedral de Notre Dame - Paris
20-10-2012
Nesta noite não dormi bem, estava
apreensiva, seria o primeiro dia de Via Tau.
Não sabia o que encontraria, como
seria estar dentro da Catedral de Notre Dame para limpar e reconectar?
As pessoas que estavam comigo
confiavam em mim e eu estava confiando nos Seres de Órion.
Mas e se eu falhasse?
Durante aquela noite, meditei
muitas vezes para me conectar, e Eles só me diziam para não me preocupar e
confiar. Tudo já estava feito.
Acordei bem cedo e procurei ficar
calada e conectada. Arrumei a mochila com os cristais, a garrafa de água
aromatizada, as pedras a Tau branca e ervas.
Ainda no albergue, fizemos nossos
decretos e nossas orações. Orietta decretava o chamado de Arcanjo Miguel com
muita fé e força.
Prendemos as pedras de proteção
nos chakras principais do nosso corpo com micropore, e nos protegemos com
nossos talismãs e nossos amuletos.
Saímos do albergue com chuva e
fomos para a estação de metrô. Caminhamos cerca de quinze minutos e, no metrô,
ainda tive tempo para refletir.
Eu não compreendia por que Eles me
orientaram a iniciar em Notre Dame, estava convencida de que as respostas
viriam. Eles me disseram que no percurso ficaria tudo esclarecido. Que não me
preocupasse. Aliás, o não se preocupe
era o que eu mais ouvia, durante todo o tempo, principalmente quando a dúvida e
os questionamentos vinham em minha mente.
Eu sabia que o lugar onde foi construída
a catedral de Notre Dame havia sido um Templo da Deusa Júpiter, contemplado por
civilizações antigas e mantida pelos druídas. Um lugar que em épocas passadas, a energia telúrica
e cósmica estavam m harmonia.
Chovia muito e a cidade estava bastante
movimentada. Em um domingo turbulento, o trabalho seria mais complicado,
pensei.
Conforme caminhava para chegar até
a Catedral, uma energia de satisfação, vontade e dinamismo me invadiu. Meus
passos ficavam mais firmes e o foco era total para a direção que deveria ir. A
dúvida e insegurança diluíram-se completamente da minha mente e uma coragem e
força dominaram-na.
Já sabia que encontraria ao lado
esquerdo da Catedral uma árvore onde estariam elementais me aguardando para me
ajudar, e onde deveria buscar forças e aliados.
Chegando na frente da Catedral,
segui direto para este lado do pátio, passando pela frente da entrada de Notre
Dame. Ali estava uma árvore centenária, com lindas folhas caídas, cercada por
uma grade. Coloquei-me ali, para reverenciá-la e buscar energia. Orietta acompanhou-me.
Acacio ficava de longe observando. Senti a energia da árvore me envolvendo, com
uma frescura leve que me trouxe muita segurança.
Pedindo
permissão, peguei cascas de árvores, folhas e algumas pedras para entrar em
conexão com os elementais de fora da Catedral e assim convidá-los a nos
acompanhar para despertarmos outros elementais que estavam aprisionados nas
pedras, por fora e por dentro da igreja. Para que estes seres nos acompanhassem,
precisávamos estar vibrando na energia da Grande Mãe, com generosidade, carinho e
acolhimento.
Jogamos
em volta da igreja água aromatizada com óleos essenciais e plantas sagradas
para liberar esses seres e marcar a nossa presença, e com o bastão de turmalina
negra tocava no chão em volta da grade que rodeava a igreja.
Os
portais laterias Norte e Sul estavam fechados (como sempre acontece em todas as
igrejas) e o primeiro passo foi abrir os portais para o conhecimento e a sabedoria ali
entrarem. Abrimos as antigas portas principais, com a Tau Branca, enviando a
energia deste símbolo com a energia de amor vindo do nosso coração. A intenção
da abertura dos portais desta compreensão era que todos os ensinamentos desta
porta nos despertassem e acompanhassem para promover o renascimento.
Depois de rodeada a Catedral,
partimos para dentro da igreja.
Entramos na igreja com o símbolo
da Tau branca pendurada no pescoço. Com outro símbolo da Tau em minhas mãos,
selei a entrada da porta nos quatro cantos, com a intenção de inibir qualquer
energia de controle que estivesse ali como guardião da porta principal da
igreja.
Marcamos nossa presença com a Tau
branca, avisamos que ali estávamos e em paz.
Este símbolo é reconhecido pelas
energias destas igrejas e é respeitado, nada pode acontecer com alguém que
carrega a Tau; a Tau branca representa a paz e a força da luz.
Começamos rodeando toda a igreja
pelo lado direito, jogando a água aromatizada nas paredes e nos cantos e
batendo com o bastão de turmalina negra no chão e nas pedras, para libertar os
elementais que estavam aprisionados.
Os
elementais que despertamos do lado de fora da igreja e os outros seres de luz
nos acompanharam. Tocando nas paredes, com a turmalina negra, andava chamando
as energias aprisionadas, com a intenção de retirar a energia negativa que mantém
os seres e as formas pensamento presas nas pedras. Chamamos para nos acompanhar
e ajudar a despertar outros.
Eu também segurava meu cristal
mestre nas mãos, para me proteger e orientar.
Quando entramos na Catedral, perto
do meio-dia, estava acontecendo uma missa e a igreja estava cheia. No início,
pensei que seria mais difícil, mas percebi que com o movimento das pessoas
olhando para o altar onde estava o padre, era mais fácil para caminharmos na
igreja e retirar e colocar cristais de dentro da mochila e circular com garrafa
de água e pedras.
Estava atenta com a hora, pois
Eles me disseram que deveria estar do lado de fora da igreja às 12h para selar
e ancorar a energia.
Depois
de rodearmos a Catedral, fomos para os quatro pilares principais que sustentam
a cúpula.
Cada
pessoa se posicionou em um dos pilares, e juntos fizemos o Ohm sete vezes para
dentro do pilar, com a intenção de levar a vibração até a cúpula, e assim
abrirmos o portal de entrada da energia cósmica.
Combinei com todos de nos
encontrarmos no centro da igreja, quando a missa acabasse. Assim que terminou,
seguimos para o centro da Catedral para de baixo da cúpula, para ancorar e
expandir o espiral cósmico dourado e nos conectarmos com o espiral platina do
centro da terra.
ELes me disseram que seríamos
cinco pessoas para esta primeira reconexão, mas até o momento éramos apenas quatro:
eu, Acacio, Orietta e Marcelo, mas Itak derrepente chegou no momento da
mandala. O que me surpreendeu, é que ele era o quinto, como Eles disseram, que
estaria ali na primeira reconexão.
Não dei nem oportunidade de Itak falar
alguma coisa. Entreguei o cristal para ele e o posicionei ao meu lado esquerdo;
Marcelo no meu lado direito, Orietta na minha frente e Acacio atrás de mim.
Coloquei-me bem ao centro, embaixo da cúpula.
Fizemos o som Ohm três vezes para
a ativação da energia cósmica com a platina para conectarmos e equilibrarmos as
energias, depois fiz O Som dos Golfinhos, para a expansão e elevação da frequência
da energia cósmica dourada e platina para permear todo o ambiente e despregar
as formas pensamento das pedras para serem recebidas pelo disco solar que
estava debaixo da terra.
Por fim, seguimos para fora da
Igreja ao meio dia, com o cristal de quartzo branco e fizemos sons com a intenção de direcionar a
energia solar para a torre principal, assim a energia solar cósmica
entrou na igreja através do portal da cúpula que já estava aberto.
Assim,
selamos o primeiro serviço da Via Tau na Catedral de Notre Dame.
Depois de duas ou três horas da
reconexão, observamos ao longe uma luz branca, envolvendo a catedral. Nas fotos
que tiramos estavam os órbis bem em cima da Catedral, parecia uma lua cheia que
apareceu na foto que tirei de Acacio e Orietta com a Catedral ao fundo.
Durante a reconexão de Notre Dame,
senti-me muito conectada e protegida, com uma força e um foco enormes.
Às vezes pedia a proteção de
Arcanjo Miguel e Metatrom, envolvendo-me com as energias dourada e azul quando
sentia que minha frequência estava baixando.
Não tivemos muito tempo para pensar ou conversar sobre o que aconteceu, precisávamos partir dali para
Saint Chapelle.
( Trecho do Livro VIA TAU volume 1 - Nanda da Paz)
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